Não sei porque eu ainda insisto
tentando ser bem visto
Vivendo nessa aflição
Pegando migalhas suas e tentando te querer
Quando o tempo me diz que isso não da pé
E não vai ser oque se quer
Nem se eu quiser
O tempo mudar.
Digo para minha alma
"Tudo vai ficar bem"
Mas a alma já se cansou de promessas vagas
de um coração vazio
Que só soube viver
A beira de alguém que não soube amar.
Nada disso faz sentido
Sou só um cara aflito
Que escreve o não dito
E fala oque não pensa.
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
XO-NE
Pessoas são confusas como um desenho na areia seca.São secas como uma folha de outono.
Elas te levam até a lua,mas são as primeiras a te tirarem de lá.
Te beijam com a mesma boca que proferem ofensas ,te acariciam com a mesma mão que te despedaçam.
Te amam com o mesmo coração que te negam.
Pessoas são confusas.E são lindas.
Elas te levam até a lua,mas são as primeiras a te tirarem de lá.
Te beijam com a mesma boca que proferem ofensas ,te acariciam com a mesma mão que te despedaçam.
Te amam com o mesmo coração que te negam.
Pessoas são confusas.E são lindas.
"quando se perde um braço ou uma perna
o membro perdido continua a coçar, reza
a lenda e a revista super interessante, e eu
que nunca amputei um braço ou uma perna
mas já perdi de vista algumas partes de mim
mesmo de vez em quando sinto coçar pessoas
que eu perdi de vista porque foram morar longe
cansaram-se de mim ou morreram de desastre"
(poema publicado no jornal O Globo 23/10/10, Prosa e Verso, Coluna Risco p.3)
(Retirei daqui)
o membro perdido continua a coçar, reza
a lenda e a revista super interessante, e eu
que nunca amputei um braço ou uma perna
mas já perdi de vista algumas partes de mim
mesmo de vez em quando sinto coçar pessoas
que eu perdi de vista porque foram morar longe
cansaram-se de mim ou morreram de desastre"
(poema publicado no jornal O Globo 23/10/10, Prosa e Verso, Coluna Risco p.3)
(Retirei daqui)
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